quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Efeito Pimentinha: Sampaio é o líder em pênaltis na Série C

Pimentinha: pesadelo dos rivais e pênaltis para o Sampaio
Pimentinha, dribles curtos, arrancadas e perigo de gol. Dificilmente parado pelos zagueiros, as vezes a solução para evitar que o atacante execute as finalizações é fazendo faltas, e o Sampaio tem aproveitado isso. Com cinco pênaltis a favor nessa Série C, todos marcados corretamente, três destes foram em cima de Pimentinha.

Quando Pimentinha invade a área, os zagueiros geralmente ficam sem recursos e acabam cometendo a falta na área, ou ainda colocam a mão na bola. E pênalti para o Sampaio é sinônimo de gol. Todos os cinco foram convertidos, sendo quatro por Tiago Cavalcanti, o cobrador oficial, e um pelo próprio Pimentinha.

Destes pênaltis a favor, apenas em uma ocasião, os gols que abriram a vitória Tricolor começaram na marca da cal. Diante do Santa Cruz, quando Cleitinho e Pimentinha sofreram penalidades no primeiro tempo, Cavalcanti marcou os dois gols na vitória, complementado com o gol de Eloir, por 3 a 0 diante dos pernambucanos.

Em outra ocasião que o pênalti poderia significar um ponto para o Sampaio, foi diante do Brasiliense, na 10ª rodada. Pimentinha driblou quatro, o zagueiro colocou a mão na bola e Cavalcanti empatou o jogo, mas aos 52, Moisés fez o gol da vitória candanga.

Ainda no ranking de penalidades da Série C, o Cuiabá, com três penalidades a seu favor é o segundo, seguido por Vila Nova, Luverdense e Mogi Mirim, cada um com duas penalidades a favor.

Ainda no ranking de penalidades, mas olhando pelo lado dos times que mais cometeram pênaltis, Rio Branco-AC, Baraúnas e Santa Cruz, cada um com três pênaltis cometidos são os líderes no quesito. O Sampaio, com uma defesa bem segura, cometeu apenas um pênalti na Série C. Penalidade que resultou na derrota do time diante co Cuiabá por 1 a 0.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mais duas vitórias

Kleber é o destaque do Moto para conquistar o acesso
Após estrear com derrota, o Moto engrenou na Série B Maranhense e como esperado abriu diferença sobre os rivais. Com nove pontos e liderando a divisão de acesso, se o rubro-negro vencer os dois próximos jogos garante o seu retorno ao Campeonato Maranhense de 2014, além da vaga na Copa Cidade de São Luís, ainda este ano, que definirá o segundo representante maranhense para a Copa do Brasil do próximo ano.

E para garantir o retorno antecipado o Moto precisa de apenas mais duas vitórias nas próximas rodadas, independentemente dos demais resultados. Essa matemática rubro-negra se deve especialmente a tabela, que conta com o confronto entre Sabiá e JV Lideral na rodada que pode definir o acesso motense.

O primeiro desafio do Moto no segundo turno é contra o Sabiá, atualmente com sete pontos e na vice-liderança. Caso vença o time caxiense, o Papão chega aos 12 pontos e na mesma rodada, o JV Lideral deve vencer o Itapecuruense, chegando aos oito pontos.

Na sétima rodada, em São Luís, o Moto terá pela frente o Araioses, enquanto em Imperatriz o JV Lideral enfrenta o Sabiá. Considerando as vitórias (hipotéticas) do Trator do Camaçari e do rubro-negro na sexta rodada, o time motense chega com 12 pontos e se vencer o Araioses, com seis pontos, vai aos 15 pontos. Como o JV Lideral teria oito pontos e o Sabiá com sete, caso o time de Imperatriz vença, o Sabiá poderia chegar somente aos 14 pontos.

Em caso de vitória do Sabiá, o JV Lideral permaneceria com oito pontos, enquanto que o time caxiense chegaria aos 10 pontos. Neste cenário, a classificação após as duas próximas rodadas terminaria como Moto liderando com 15 pontos, Sabiá com 10, JV Lideral com oito, Araioses seguindo com seis pontos e Itapecuruense com apenas um ponto.

Desta forma o JV Lideral já não teria como ultrapassar o Moto, pois chegaria no máximo a 15 pontos. Restaria, Sabiá, podendo chegar aos 16 pontos e o Araioses podendo igualar os 15 pontos. Neste caso, vale a observação, que Sabiá e Araioses se enfrentam na última rodada, o que impedirá uma das equipes de alcançar esta pontuação.

Resumindo: basta o Moto vencer os dois últimos jogos, que o rubro-negro assegura o retorno ao Campeonato Maranhense de 2014.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O intransponível Guarani de Pugliese

Pugliese: 'O objetivo é classificar'
Já são 10 jogos sem sofrer gols, único invicto da Série C, quatro vitórias por 1 a 0 e apenas uma por 2 a 0. Esse é o Guarani sob o comando do técnico Tarcisio Pugliese, que caminha como um dos favoritos para carimbar a vaga na Série B de 2014. Entretanto, qual o segredo desse time, que adotou a prática do “futebol resultado” e faz uma excelente campanha na Série C?

Pugliese, típico treinador gaúcho, já deixou claro que gosta de se defender. Os números mostram isso. Para isso, um time armado no 4-4-2, sem a bola, que alterna para o 4-2-3-1 quando o bugre vai para o ataque. Os volantes Edmilson e Wanderson Cafu não sobem, enquanto que Rossini e Ewerton sobem para o ataque, junto com os laterais, que dão um apoio maior na intermediária.

Atacando, o Guarani joga no 4-2-3-1 com Rossini apoiando na esquerda e Feijão avançando pela direita
Fumagalli é o responsável pela articulação do ataque, aparecendo como falso 9 e sempre caindo pelas pontas. Entretanto, o ataque é um dos pontos fracos da equipe campineira. Tanto Henan, quanto Nena, que revezam a camisa 9, são lentos e o Guarani cria as melhores chances com cruzamentos e nas bolas paradas, onde quem sempre vai para a cobrança é Fumagalli.

Sem a bola, o Guarani se defende com duas linhas de quatro e tenta contra golpes principalmente pela direita
Se o ataque não funciona, voltamos ao coração deste time, a defesa. Quando está sem a bola o Guarani fica desenhado com duas linhas de quatro que encurtam os espaços e dificilmente os adversários saem no mano a mano. Quando necessário, o goleiro Juliano, de apenas 24 anos e que já está há 900 minutos sem sofrer gols, faz sua parte.

Flagrante das duas linhas de quatro contra o Madureira
Entretanto, a defesa do Guarani também possui seus pontos fracos. Bola aérea e velocidade. Em bolas alçadas na área não é difícil o centroavante adversário levar vantagem e quando o time fica exposto ao contra ataque, um atacante com maior velocidade pode levar sérios perigos ao gol de Juliano.

Apesar disso, até aqui o esquema de Pugliese tem funcionado no Guarani, que também abdica da posse de bola para tentar transições rápidas para o ataque, mas falta qualidade para isso ser de fato uma virtude do Bugre. E assim, sem sofrer gols e jogando por apenas um bola jogo a jogo, é que o time de Campinas lidera o grupo B com 20 pontos, a melhor defesa do torneio e o terceiro pior ataque, com apenas seis gols marcados.

MAC é o primeiro time a tirar pontos do Salgueiro em casa

No último jogo do Salgueiro em casa, pela fase de classificação da Série D, o Maranhão arrancou um empate, em pleno Cornélio de Barros. Resultado inédito no torneio e que volta aquela velha pergunta: o que houve com o MAC na Série D? O campeão maranhense fez bons jogos nas três primeiras partidas, mas não venceu e depois viu as chances de classificação zeradas.

Sem possibilidades de avançar o técnico Vinícius Saldanha resolveu dar oportunidade a quem não estava sendo aproveitado e um resultado, bem interessante foi conquistado. Empatar com o Salgueiro, que está nas oitavas de final da Copa do Brasil, em casa, não é algo que toda equipe consegue, mas o MAC conseguiu. Ainda assim é pouco. Pouco porque o time atleticano poderia brigar pela classificação, mas acordou tarde demais para a Série D.

Outro fator a ser observado no jogo contra o Salgueiro é a boa atuação do goleiro Jade. Foram pelo menos duas defesas difíceis que ajudaram o time atleticano a conquistar o empate. Será que somente após a eliminação o quadricolor conseguiu encontrar o goleiro ideal?

Agora o Maranhão tem pela frente o Gurupi para se despedir da fase de classificação da Série D. Os tocantinenses que já estão garantidos nas oitavas de final. Enquanto isso, o MAC se despede da Série D e terá um longo mês para se preparar para a disputa da Copa Cidade.

domingo, 18 de agosto de 2013

Brasiliense 2x1 Sampaio - castigo no minuto final

Moisés comemora o gol que encerrou o jogo
O castigo no minuto final. Sina do Sampaio nessa Série C. Já foram quatro jogos com o Tricolor sofrendo gols nos últimos minutos. Em ordem cronológica, Treze, CRB, Fortaleza e Brasiliense. O que causa preocupação é apenas a frequência com que isso aconteceu nas três últimas rodadas e foi decisivo contra o CRB. Faltou atenção.

Atenção esta que resume bem o que foi o jogo contra o Brasiliense. As duas equipes armadas no 4-4-2 em losango, onde Eloir municiava o ataque maranhense e Valber municiava o ataque candango. Entretanto, a zaga do Sampaio começou o jogo muito abaixo do que o normal e assim Luquinhas, pela direita, tabelou dentro da área e chutou cruzado para marcar logo aos 10 minutos. O gol foi o que bastou para o Sampaio acordar e equilibrar o jogo com os donos da casa.

Sampaio e Brasiliense equiparados no 4-4-2 em losango
Na primeira etapa, com Pimentinha bem marcado, assim como Eloir, o jogo maranhense não fluía. Até que aos poucos os espaços foram surgindo, Pimentinha driblando, mas parando no goleiro Welder. Pelo lado do Brasiliense, Everton ainda teve uma boa chance nos minutos finais, mas tropeçou sozinho dentro da área e perdeu a chance de ampliar o placar.

Veio o segundo tempo e Pimentinha teve mais liberdade. Logo aos seis minutos driblou quatro marcadores e chutou. Julio Bastos botou a mão na bola, pênalti marcado e convertido por Tiago Cavalcanti. Agora eram poucas chances, muita marcação e muitas faltas. Sampaio dependia do individualismo de Pimentinha, que até conseguia boas jogadas, mas sem perigo de gol.

O jogo mudou quando Arlindo Maracanã teve que ser substituído para a entrada de Danilo Cruz, que passou a ser o criador do Sampaio, enquanto Eloir assumia o vértice do losango. No Brasiliense a mudança veio com a saída de Baiano para a entrada de Moisés, e o time passou para o 4-2-1-3, com Moisés e Luquinhas, depois Romarinho, nas pontas. Mas nem assim os times conseguiam boas chances.

Brasiliense postado no 4-2-1-2 após a entrada de Moisés
Vieram os acréscimos e partida caminhava para a confirmação do empate. Até que Luan foi expulso após pisar em Pimentinha. Poderia ser uma boa para o Sampaio. Poderia. Novamente, como dito no início do post, no minuto final, uma bola alçada na área, Moisés empurrou pro fundo do gol e deu a vitória ao Brasiliense.

Vitória que veio justamente por falhas da zaga, tanto no primeiro, quanto no segundo gol. E com um fato que começa a preocupar: o gol no minuto final, em três jogos consecutivos.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Acordo entre Caixa e clubes maranhenses pode ser inviável

Nas últimas semanas muito tem especulado sobre uma possível parceria da Caixa com os três grandes do Maranhão (MAC, Moto e Sampaio). A ponte dos times com a instituição federal, que fechou 10 contratos em 2013 e já encerrou a cota para o ano, é feita pelo Ministro do Turismo, Gastão Vieira.

A corrida a partir de agora é para patrocínios em 2014, entretanto, os clubes maranhenses podem ficar sem essa parceria por alguns motivos. O primeiro deles é a ausência da CND (Certidão Negativa de Débito) no Moto e no Sampaio, que possuem dívidas com o INSS, entre outras, que precisam ser quitadas, ou negociadas,  para assinar o contrato com o banco federal. Dentre os três grandes, o único com CND é o MAC.

O segundo enclave pode ser uma nova exigência do banco federal. Segundo reportagem do ESPN.com.br a Caixa quer a folha salarial municipal ou estadual para assinar o contrato com os clubes. No caso dos clubes maranhenses, vale lembrar que tanto a folha de São Luís, quanto do Estado são pagas através do Banco do Brasil.

Ainda segundo a matéria, um clube que chegou a comemorar o patrocínio da Caixa foi o América-RN, sendo que como a folha da capital Natal é paga pelo Banco do Brasil, o contrato não foi assinado.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Eloir: o motor do Sampaio na Série C

A grande campanha do Sampaio na Série C tem vários responsáveis, começando pelo técnico Flávio Araújo, que voltou a praticar o 4-2-3-1 no Tricolor, onde Eloir vira o motor do time. Automaticamente, o volante, hoje muito mais meia-armador, vira o termômetro de como a equipe está jogo a jogo.

Com Everton Goiano, Eloir jogava mais recuado, aparecendo menos no jogo
No time de Flávio Araújo, Eloir ocupa mais a zona central do meio campo, além da faixa esquerda, por onde costuma compensa a falta de ofensivadade de Deca, para tabelar com Cleitinho, ou ainda executar passes para gols. Vale lembrar que com Everton Goiano, Eloir, apesar de apoiar o ataque, era muito mais útil defensivamente, já que o Sampaio era armado no 4-3-1-2, com Eloir e Arlindo como volantes pelos lados, enquanto que Cleitinho jogava centralizado, municiando Célio Codó e Pimentinha.

Jogando centralizado, entre Cleitinho e Pimentinha, Eloir já marcou três gols na Série C, número relativamente alto para o padrão do jogador. Coincidentemente, os três gols surgiram com Eloir aproveitando o fato de atuar centralizado, já que os três foram construídos com cruzamentos, sempre a partir da direita, evidenciando ainda mais a falta de apoio ofensivo de Deca, o que não compromete o ataque Tricolor.

Com Flávio Araújo, praticamente toda jogada tem que passar por Eloir, que também joga na esquerda
Com as boas atuações de Eloir no time, fica notória a queda de rendimento da equipe, quando meia desfalca o time ou tem que ser substituído. Com menos velocidade e sem apoiar defensivamente, André Beleza, força o time a jogar como era com Everton Goiano, apesar de Flávio Araújo arriscar mantendo o jogador centralizado. Prova da queda de rendimento, foi a atuação do Sampaio no jogo contra o Luverdense, que com duas linhas de quatro, anularam o ataque maranhense, além disso, nos minutos finais contra o Fortaleza, após a saída de Eloir, novamente queda na produção do time, o que quase resultou em empate cearense, que antes do gol no minuto final, Jackson Caucaia acertou a bola na trave.

Com André Beleza, Flávio geralmente recorre à dois atacantes velocistas e time cai na marcação
Para evitar a perda de ritmo do Sampaio com a saída de Eloir durante os jogos, ou até mesmo quando desfalcar o time, a saída pode ser um esquema mais fechado com dois volantes defensivos e apostando em Arlindo Maracanã como o motor do time, caso o volante esteja bem fisicamente, levando em o fato de já ser um veterano tendo que apoiar o ataque e voltar para ajudar a defesa. Outra saída seria arriscar a entrada de Rayllan quando necessário, entretanto, apesar de manter a qualidade ofensiva, o time teria uma queda no apoio defensivo.

Tirar Arlindo Maracanã da função prioritária de volante, para armar as jogadas, pode ser uma solução


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Apenas 23mil no Castelão

Até que enfim saiu o borderô de Sampaio 2x1 Fortaleza. Mais de 48h depois do jogo, prática comum nos jogos com mando do Sampaio na Série C, o relatório foi divulgado. Apesar do Castelão entupido de torcedores, o borderô aponta o público total de 23.247 torcedores e 21.106 pagantes.

Além disso, chama atenção o número de ingressos de meia-entrada, com 17.451, ou seja, 82,6% dos torcedores compraram este tipo de ingresso. Para complementar, quando os ingressos estavam sendo vendidos, muitos estudantes reclamaram de problemas para comprar a meia, seja com carteiras que foram acusadas de não estarem atualizadas, ou então com ingressos esgotados.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Moto 3x0 JV Lideral - vitória da movimentação

Com muita movimentação e arriscando de fora da área, o Moto conseguiu vencer a retranca do JV Lideral e garantiu o triunfo por 3 a 0 para assumir a liderança da Série B do Campeonato Maranhense. Destaque para a movimentação dos meias rubro-negros, que foram cruciais para o placar elástico no jogo.

O JV Lideral veio com um 5-3-2 disposto a complicar a vida do Moto. Com a frente da área bloqueada por três zagueiros, apoiados sempre com a dupla de volantes Ítalo e Fagundes, a dupla de ataque do Moto, Kleber e Wescley, que atuavam centralizados, não tinham como furar o bloqueio. Apesar disso conseguiam boas chances, mas com a área interditada, era praticamente impossível chutar.

Com o 5-3-2, JV Lideral tirou os espaços dos atacantes do Moto
Daí a importância da movimentação de Keulson e Jouberth, que se movimentavam bastante. Destaque neste ponto para Jouberth, que avançava para virar ponta, tanto na esquerda e direita, ou ainda ficando centralizado, sendo uma opção a mais. Neste caso, Keulson passou a fazer a movimentação alinhada somente no meio-campo, mas nada de surtir efeito. O jeito foi arriscar de fora da área. E foi assim que Keulson marcou o primeiro gol, além de fazer a jogada do segundo gol, quando a bola foi no travessão e na volta sobrou para Kleber ampliar ainda no primeiro tempo. O muro amarelo sucumbiu.

Além da movimentação de Keulson e Jouberth vale destacar o revezamento dos volantes Marcinho e Gualberto no ataque. O que criava um 4-1-2-3, quando Jouberth estava pelas pontas do ataque rubro-negro, com Wescley e Kleber centralizados.

Para a volta do segundo tempo, o JV Lideral abriu mão dos cinco marcadores para apostar em um 4-4-2 tradicional. Caique, que fazia a função do zagueiro central deu lugar a Naldo, que passou a ser o volante ao lado de Fagundes, enquanto Ítalo saiu para a entrada de Adriano, que agora apoiava o ataque com Rubens.

Moto mantém o 4-4-2 com movimentação dos meias, enquanto o Tator adota o tradicional 4-4-2 para tentar atacar
O Moto manteve seu jeito de jogar, mas tanta movimentação cansou o rubro-negro e o JV Lideral passou a encontrar alguns espaços. Entretanto, uma tentativa de cruzamento de Hugo virou gol. Com o 3x0 no placar para o Moto, o JV Lideral arriou de vez. Não bastasse, Fagundes foi expulso nos minutos finais, a saída recuar Adriano para apoiar a defesa. Não havia tempo para mais nada e a vitória rubro-negra estava garantida.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A vitória da consolidação

Codó marca o primeiro gol do jogo
Acabaram os primeiros 10 jogos da fase de ida da Série C. De forma isolada, o Sampaio lidera o torneio com 20 pontos, mas seguido por Cuiabá, Santa Cruz, Luverdense e Águia, com 17 pontos, além de Fortaleza e CRB, com 16 pontos e o Brasiliense com 15 pontos. A liderança do time maranhense veio com a vitória da consolidação diante do Fortaleza.

Apesar dos seis desfalques, os reservas que entraram não comprometeram. Aproveitando os espaços nas laterais, Marinho Donizete e Carlinhos mais apoiam o ataque do que defende, o Sampaio fez o seu jogo fluir. E nessa Série C, quem tem Eloir, tem muita coisa. E essa foi a diferença do jogo.

O primeiro jogo começou coma jogada de Eloir no lado esquerdo, que cruzou para Codó marcar de cabeça. O Tricolor, que atacando, sempre ia em um 3-4-1-2, sempre com Eloir revezando no Arlindo Maracanã quem faria o papel de falso 9, para apoiar os dois atacantes. Além disso, importante ressaltar que Pimentinha voltava para defender, quando Tote fazia o apoio ofensivo. Movimentos que foram importantes para a construção do placar no primeiro tempo.

No segundo tempo, o Fortaleza manteve seu jogo, com a entrada de Joilson, mas que apenas melhorou o apoio ofensivo. Pimentinha ainda perdeu duas boas chances, mas após receber um belo passe de Eloir, fez o segundo do Sampaio. E aí entra a parte em que o Fortaleza cresceu no jogo. Eloir saiu de campo. Entrou André Beleza.

Sempre que Eloir sai, o Sampaio cai de produção, e assim foi. Nos últimos 25 minutos, o jogo foi todo do Fortaleza. Waldison e Assissinho sempre arriscando, mas centralizados. Nos minuto final a pressão surtiu efeito e Ruan fez o gol de honra dos visitantes decretando o placar final: Sampaio 2x1 Fortaleza.

Após essa vitória ficou provado: em termos de elenco e conjunto, o Sampaio é o melhor time do grupo A da Série C.