domingo, 22 de fevereiro de 2015

Moto 2x3 Imperatriz: no contra ataque e com Chicão inspirado, Cavalo conquista virada épica

Em uma noite inspirada do atacante Junior Chicão e com contra ataques precisos, o Imperatriz venceu o Moto por 3 a 2 no Castelão. Se o Alvirrubro contou com a velocidade como ponto forte para garantir os três pontos, a intensidade do Papão foi pouca, o que facilitou o caminho para o triunfo do Cavalo de Aço.

Quando a bola rolou, o Moto mostrava que tentaria sufocar o Imperatriz no campo de defesa. O 4-1-4-1 do técnico Eugênio Souza, com Gabriel e Felipe como pontas, enquanto Wanderley e Kléo avançavam pela faixa central, abria alguns espaços na defesa do Imperatriz. Para isso, a aposta era principalmente nas jogadas pelos lados com Felipe e Gabriel.

Entretanto, o Imperatriz, armado no 4-2-3-1, apostava no contra ataque. Na primeira chegada assustou e surpreendeu com a velocidade de Junior Chião, além de Naldinho e Ted pelas pontas. O primeiro gol do Moto veio de uma jogada esperada: Gabriel recebeu na ponta e centralizou para finalizar, Jean deu o rebote, que sobrou para Felipe abrir o placar.

Moto vs Imperatriz - Football tactics and formations

Após o gol, os contra ataques do Imperatriz passaram a ser mais frequentes. Até que Junior Chicão, arrancou do meio-campo, passou pela zaga e deixou tudo igual ainda na primeira etapa.

No segundo tempo, Eugênio optou por mudar o esquema do Moto, passando para o 4-2-3-1, com a saída de Kléo para a entrada de Henrique, que passou a ser o ponta-direita, enquanto Felipe foi para a faixa central e Wanderleu recuou para atuar como volante junto Wanderley.

Logo aos dois minutos, em uma bola longa, onde ficou a dúvida se ela saiu ou não antes do passe, Henrique conseguiu tocar para Diego Renan, que recolocou o Moto na frente. A partir dos 15 minutos, a intensidade do Rubro-Negro diminuiu. Nitidamente estourado fisicamente, o Moto tentava controlar o jogo e era lento nas saídas de bola.

Moto vs Imperatriz - Football tactics and formations

O empate do Imperatriz novamente veio em um contra ataque. De novo a bola chegou para Junior Chicão, dessa vez na grande área, que marcou o segundo do Alvirrubro no jogo. A partida passou a ficar igual, mas o Moto não conseguia levar perigo. Até tentava nas jogadas pelas pontas, mas a defesa do Imperatriz conseguia neutralizar o perigo.

Até que aos 46, Rubens repetiu a arrancada de Junior Chicão no primeiro tempo, passou pela zaga do Moto e tocou por cima de Raniere para decretar a virada do Imperatriz. Vitória que ameniza a situação do Imperatriz no Campeonato Maranhense, enquanto o Moto perde o segundo jogo consecutivo e começa a sentir o peso de uma maratona de jogos.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Sampaio 0x0 Coruripe: empate evidencia falta de alternativas do Tricolor

Um empate que evidencia as carências do Sampaio no início da temporada. Assim pode ser resumido o jogo diante do Coruripe na noite desta sexta-feira. Totalmente encaixotado pela marcação alagoana, o Tricolor não conseguiu encontrar espaços para garantir uma vitória. Com exceção das bolas paradas, quando a bola rolava, o time maranhense era totalmente nulo em campo.

O Sampaio entrou em campo escalado no 4-1-4-1, com Edvânio na frente da linha de defesa, enquanto Raí e Gil Mineiro seguiam como alas, com Cleitinho e Valber mais centralizados e Robert na frente. Não foi difícil para o 4-2-3-1 do Coruripe, armado pelo técnico Jaelson Marcelino, encaixotar o Tricolor maranhense.

Rai era marcado por Denílson, enquanto Antônio Carlos anulava Gil Mineiro e a dupla de volantes alagoanos, formada por Jota e Léo Maceio anulavam, respectivamente, Cleitinho e Valber. Para tentar fugir dessa marcação, Canindé tentou movimentar o meio, principalmente com Gil Mineiro alternando sua posição, mas de nada adiantou. Com pouca criação do Sampaio e raros lances de perigo do Hulk, o primeiro tempo terminou zerado.

Na volta para a etapa final, Edgar logo entrou no time no lugar de Gil Mineiro. Com a mudança, surpreendentemente, Willian Simões ficou responsável pela função no meio, entretanto, de nada adiantou. Além disso, com a saída de Gil, o meio-campo do Sampaio ficou mais frágil, já que Willian não conseguia voltar para marcar. O Coruripe passou a conseguir encontrar mais espaços, mas não tinha qualidade para finalizar com precisão.

Com o término do jogo se aproximando, o Sampaio passou a abusar das ligações diretas. Já com Arlindo Maracanã em campo, não foram raros os lances em que o veterano lateral tentou ligar o ataque direto com Edgar, para arrancar na velocidade. Para minar as chances de vitória do Sampaio, Edgar ainda foi expulso.

Um 0 a 0, que evidenciou a carência de alternativas de jogo do Sampaio. Com pouca variação tática, o time ficou totalmente encaixotado e levou perigo somente com Raí nas bolas paradas. Além disso, é evidente a dificuldade do Tricolor em jogar, quando o adversário se dedica somente a defesa. A dependência de contra-ataques é uma característica histórica dos últimos cinco anos do time. Mudar isso e encontrar uma nova forma de jogar não será uma missão fácil para o técnico Oliveira Canindé.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Salgueiro 3x0 Moto: com pane, Rubro-Negro é amassado pelo Carcará

Com uma pane no início do segundo tempo e sem levar perigo aos rivais, o Moto perdeu para o Salgueiro por 3 a 0 na noite desta quarta-feira, no Cornélio de Barros. O Carcará vence a sua primeira partida na temporada, assumindo a liderança do grupo C, com cinco pontos, enquanto o Rubro-Negro sofre a primeira derrota em jogos oficiais em 2015, caindo para a vice-liderança do grupo.

O Moto até tentou tomar a iniciativa no jogo, mas a pressão inicial, logo foi ofuscada pelo Salgueiro. Aos poucos, melhorando em campo, os donos da casa exploravam principalmente as jogadas pela esquerda, onde Fágner perdia a maioria das divididas e Rodrigo Fernandes não conseguia voltar para ajudar o setor defensivo.

Foi esse o caminho que Victor Caicó achou para marcar o único gol da primeira etapa. No Moto, a deficiência defensiva e ofensiva, além da falta de aproximação entre os setores, marcaram a atuação da equipe nos primeiros 45 minutos. Enquanto o Carcará, apesar das dificuldades, conseguia chegar, principalmente com Valdeir, mas sem levar perigo.

Logo na volta para o segundo tempo, o Salgueiro aproveitou três minutos de apagão do Moto para ampliar o marcador. Paulo Junior marcou duas vezes, aumentando a dificuldade do Rubro-Negro em campo. Com o 3 a 0 no placar, o Carcará passou a administrar o jogo e fechando todos os espaços quando o Moto tentava o ataque.

Além da dificuldade de encontrar uma brecha no meio-campo do Carcará, o Moto ainda ficou com um a menos aos 28, quando Gabriel foi expulso. Para assegurar a vitória, o time do Salgueiro passou a pressionar a saída de bola, principalmente Berger, Paulo Junior e Julio Alves.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Moto 3x1 Náutico: Kléo comanda virada no Castelão

Pressionando o Náutico durante todo o jogo, o Moto conseguiu uma vitória fantástica, na tarde deste sábado no Castelão. O placar de 3 a 1, foi construído principalmente por conta do volume de jogo do Rubro-Negro, que em nenhum momento deixou de sufocar o Alvirrubro no campo defensivo.

Apesar dos pernambucanos saírem na frente, com gol de Josimar, em nenhum momento os donos da casa diminuíram a pressão. A vitória, dá ânimo ao time maranhense, que agora lidera o grupo C da Copa do Nordeste, com quatro pontos, enquanto o Náutico é o lanterna com um ponto.

Quando a bola rolou, o Moto deixou bem claro sua proposta de apostar no ataque pelos lados. Para isso, o time foi escalado no 4-3-1-2, com Felipe na frente do trio de volantes, dentre os quais Kléo e Wanderley tinham maior liberdade para apoiar o ataque.

Nos primeiros 20 minutos, a pressão basicamente foi toda pela esquerda, com tabelas entre Wanderley e Rodrigo. Entretanto, quando Kléo e Wanderley perderam espaço, por causa da marcação de Bruno Alves e João Ananias, o Rubro-Negro perdeu a força na frente. A partir daí, o Náutico cresceu.

A chave para isso, foram principalmente as infiltrações de Patrick Vieira e Bruno Alves, que chegava abrindo pela direita. Josimar abriu o placar, justamente após um cruzamento preciso de Bruno, e anteriormente, um gol do Náutico, não foi validado pois a arbitragem não viu a bola passar pela linha do gol.

Quando os pernambucanos assumiram a liderança do placar, passaram a tentar administrar o jogo. Com o Moto, previsível, arriscando somente avanços pela esquerda e chutes fracos de fora da área, o placar mostrava que não mudaria. Ainda na primeira etapa, Gabriel teve a chance do empate, mas bateu mal o pênalti, defendido por Júlio César.

Na volta para o segundo tempo, a proposta das equipes se manteve e com o Moto pressionando. Entretanto, a principal diferença é que o Rubro-Negro passou a apostar nos avanços pela direita com Kléo. Foi assim, que o meia achou Gabriel livre na área para empatar o jogo. Na sequência, o Náutico ainda teve um pênalti, mas Renato mandou para fora.

Passado o susto, nova pressão Rubro-Negra. Kléo virou o jogo cobrando falta e Naoh ainda fez o terceiro para sacramentar a vitória. A virada, foi possível, principalmente pela queda na qualidade da marcação em cima de Kléo, que foi pouco acionado no primeiro tempo, mas fundamental para a virada espetacular no Castelão.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Socorrense 2 x 2 Sampaio: sergipanos mortais no contra ataque e Robert decisivo

Com dois gols de Robert nos minutos finais, o Sampaio arrancou um empate heroico diante do Socorrense, por 2 a 2, no Presidente Médici. Diante da inércia do Tricolor maranhense na primeira etapa, o Socorrense saiu na frente com Junior. Na etapa final, Junior voltou a marcar, mas em quatro minutos, Robert marcou dois gols para garantir o ponto do Sampaio fora de casa.

Com o ponto conquistado fora de casa, o Sampaio segue líder do grupo B, agora com quatro pontos, enquanto o Socorrense segue na segunda posição, com dois pontos. A classificação ainda é completada com o Coruripe, em terceiro com dois pontos, mas dois gols a menos que o Socorrense, enquanto o Sport é o lanterna com um ponto.

O Sampaio tentou imprimir seu ritmo no jogo, apostando principalmente nos avanços de Raí pela esquerda e nas bolas lançadas para Robert. Entretanto, as jogadas não tinham a conclusão ideal e Emanuel parava as chances do time maranhense.

O lance do gol, é o símbolo do primeiro tempo, com as duas equipes apostando no contra ataque. Primeiro o Sampaio sai em velocidade, após um escanteio do Socorrense. Quando a bola chega para Raí, pela esquerda, ele inverte com Robert, que arrisca o chute, mas Emanuel defende e na sobra a zaga sergipana afasta o rebote.

Entretanto, a partir daí, em alta velocidade e com apenas oito toques, a bola chega para Orobó, que deixa Junior em boa condição para abrir o placar. Apesar de ter maior controle da posse de bola, o Sampaio não conseguia criar. Após o gol sofrido, o time passou a depender dos avanços de Raí pela esquerda, que sem inspiração não acertava nada. O Socorrense, quando chegava, ou era em tentativa de ligação direta ou com Daniel Caiçara sempre avançando pela esquerda tentando o cruzamento para Orobó.

Com as deficiências do primeiro tempo, Canindé alterou a estrutura do time na volta do intervalo, com a entrada de Simplício e Geraldo logo no intervalo, no lugar de Cleitinho e Gil Mineiro. Com as mudanças, o Tricolor pressionava, mas sempre apostando nas jogadas pelas laterais, que já não haviam dado resultado no primeiro tempo.

O esforço do Sampaio ainda poderia ter resultado em um gol, caso o pênalti de Índio, que colocou a mão na bola, fosse marcado. Pouco tempo após o lance ignorado, o Socorrense achou novo contra ataque, com a bola chegando para Caiçara que deixou para Junior fazer o segundo dos donos da casa.

Apesar do gol, o Sampaio sempre manteve o controle da partida. O lance de esperança surgiu após boa jogada de Willian Simões, que resultou em um pênalti em Robert. O próprio Robert foi para a cobrança e converteu, diminuindo a diferença. Nos acréscimos, com uma pressão ofensiva e arriscando as jogadas na faixa central, a bola voltou a sobrar para Robert, que marcou o segundo do Sampaio e garantiu o empate para o Tricolor maranhense.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

São José-MA segue líder; Moto e Sampaio reagem

A segunda rodada do Campeonato Maranhense praticamente não teve surpresas. Apesar do domínio dos visitantes no interior do Estado, na capital o Sampaio não deu chances para o Balsas aprontar.

A rodada começou com o jogo quente entre Imperatriz e Santa Quitéria. A Raposa, comandada por Meinha, venceu o jogo por 2 a 1, que ainda teve três expulsões. Vale lembrar que na primeira rodada, no confronto do Cavalo de Aço contra o Balsas, a partida também terminou com dois cartões vermelhos.

Na abertura dos jogos de domingo, o Moto, apesar de sofrer alguns sustoso, venceu o Araioses por 2 a 1, com gols de Naoh e Luís Fernando, enquanto Alessandro descontou para os donos da casa. Apesar da vitória, o técnico Eugênio Souza voltou a pedir mais tempo, lembrando que chegou apenas ao 28º dia de trabalho no comando do Rubro-Negro e por causa da pressão pelos empates nos dois primeiros jogos do ano, contra o Cordino e Piauí.

Ainda no interior, a partida entre Cordino e São José começou com 18 minutos de atraso, por causa da ausência de policiamento. Quando a bola rolou, gols apenas no primeiro tempo: Shailisson e Juninho Pindaré marcaram para o Peixe Pedra, enquanto Alisson descontou para os donos da casa.

Para fechar a rodada, o Sampaio goleou o Balsas, em São Luís. Robert marcou quatro gols e Válber completou a goleada Tricolor no Castelão. Com os resultados, o São José segue líder com seis pontos e com a goleada na capital, o Tubarão é o vice-líder com quatro pontos, seguido por Moto e Santa Quitéria, com a mesma pontuação. Na zona de rebaixamento aparecem Expressinho e Araioses, ainda sem pontuar.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Eugênio Souza precisa de paciência no Moto


Os dois amistosos da pré-temporada já haviam demonstrado esse cenário, as partidas contra o Cordino e o Piauí apenas confirmaram que será necessário tempo e paciência para o time de Eugênio Souza engrenar. Não se trata de complacência com o técnico Rubro-Negro, mas apenas o fato de um time totalmente reformulado está lidando com uma filosofia completamente nova e que nunca houve tentativa de ser implantada na equipe.

O Moto iniciou os treinos no dia 12 de janeiro, com apenas um mês de treinos, o time já estava em seu segundo jogo da temporada, diante do Piauí. Foram apenas 18 dias de pré-temporada, intercalados com dois amistosos, o que comprometeu parte dos treinos, por causa da necessidade de recuperação dos jogadores. No total, efetivamente foram 19 dias de treino neste período, que foram separados em treinos táticos, físicos e também para a recuperação de jogadores.

Pouquíssimo tempo para o elenco assimilar e colocar em prática a filosofia do treinador e vice-versa. É normal que o torcedor não fique satisfeito com a demonstração do time nas duas primeiras partidas da temporada, mas essa pressão não pode, e nem deve, chegar até a diretoria do Rubro-Negro.

Além do tempo, Eugênio também sofre com a ausência de Henrique e Pedro Gusmão, que sofreram lesões nesse início de temporada. Para completar, vale destacar algumas características limitadas no elenco, como a velocidade por exemplo. Gabriel, Rayllan e Henrique são os velocistas que podem ser usados como pontas no 4-2-3-1, enquanto Felipe e Naoh possuem uma velocidade razoável, mas não o ideal, para esta função.

Na defesa, fica claro a necessidade de contar com peças de reposição. Sem Luís Fernando e Ícaro, o time fica fragilizado. O tempo será aliado para a Eugênio Souza levar o Moto ao ponto ideal, mas também poderá ser o seu carrasco, já que no futebol maranhense, infelizmente, ainda predomina a filosofia de resultados imediatos.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Sampaio 3 x 2 Sport: uma mudança para virar o jogo

A vitória do Sampaio por 3 a 2 diante do Sport passa principalmente pelo técnico Oliveira Canindé. Após ver o time completamente dominado pelo Rubro-Negro pernambucano no primeiro tempo, o treinador realizou uma mudança no intervalo do jogo, que deu uma nova postura ao time Tricolor na etapa final.

A entrada de Cleitinho no lugar de Belfort, não foi apenas uma troca de jogadores. Com Belfort, o time foi totalmente dominado no meio-campo na primeira etapa. O 4-1-4-1 do Sport, com Diego Souza caindo mais pela esquerda e em alguns momentos buscando a faixa central do jogo, praticamente anulou todo o meio-campo do Sampaio.

Gil Mineiro foi bem marcado, enquanto Simplício e Curuca sempre eram pressionados quando tinham a bola. Sem conseguir trocar passes, a solução era a ligação direta, sempre mal sucessedida. Com o Sampaio inofensivo, em uma bola parada, o Sport saiu na frente com Rithely. Sem fazer esforço, o Sport controlava o jogo, explorava alguns lances individuais de Diego Souza e vencia a partida com facilidade no primeiro tempo.

Como dito na abertura do texto, o intervalo foi crucial para a virada do Tricolor. Com a entrada de Cleitinho, o 4-2-3-1 do Sampaio passou a ser um 4-3-2-1. Gil Mineiro, antes jogando como um ponta na direita, passou a atuar como um volante. A trinca de volantes contava com Simplício na esquerda, que centralizava quando Curuca saía para o jogo e era completa com Gil, que tinha mais liberdade para apoiar o ataque.
Meio-campo foi dominado pelo Sport no primeiro tempo


Cleitinho e Válber passaram a ser centralizados, enquanto Robert ficava na frente, como um centroavante móvel. Aliás, essa mobilidade de Robert foi fundamental para a virada do Sampaio. O primeiro jogo vem na mesma moeda do Sport: bola parada, cruzamento na área e Edivânio empata a partida.

Já o segundo gol, ocorre por causa das mudanças no intervalo. Neste momento, Gil Mineiro passa a jogar na faixa central, enquanto Curuca se desloca para a direita e avança com a bola e passar para Daniel Damião. Após o cruzamento de Damião, Robert sai da área e Válber entra livre para empurrar a bola para o gol e virar o jogo. Em dois minutos, o Sampaio vence por 2 a 1.

Sport mudou para o 4-2-3-1 na tentativa de virar o jogo
Mas além dos gols, as mudanças também foram fundamentais para devolver ao Tricolor maranhense a velocidade e o contra ataque mortal, características fundamentais do time nos quatro últimos anos. Da mesma forma o Tricolor chegou ao terceiro gol. O Sport ainda teve tempo para diminuir com Régis, no último lance do jogo.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O caminho dos maranhenses na Copa do Nordeste

Nesta terça-feira a bola começa a rolar no Nordestão, que pela primeira vez em sua história, contará com equipes dos nove Estados da região. Com a inclusão de piauienses e maranhenses, cada um com dois times, a competição se regionaliza totalmente e apresenta o Sampaio como uma possível surpresam, enquanto o Moto tentará realizar uma boa campanha, sonhando até com uma vaga na segunda fase.

Sampaio e Sport na briga pelo primeiro lugar
Diego Souza, a estrela do Sport
Em tese, Sampaio e Sport terão um caminho tranquilo na briga pela classificação no grupo B. Atual campeão, o Rubro-Negro pernambucano entra como o grande favorito do torneio, principalmente por causa do trabalho do técnico Eduardo Baptista e por ser o único nordestino na Série A.

Para reforçar o favoritismo dos pernambucanos, aparece o elenco com destaque para o zagueiro Durval, o meia Diego Souza e o atacante Élber, este último emprestado pelo Cruzeiro. Na estreia do Pernambucano, ainda sem contar com Diego, o Leão não teve dificuldades para vencer o Santa Cruz por 3 a 0.

O Sampaio, segunda força do grupo, se não ocorrer nenhuma surpresa, brigará com o Sport pela primeira colocação. Em um ano de reformulação, já que sete titulares deixaram a equipe após a Série B, a grande aposta do time é a estrela do técnico Oliveira Canidé, campeão do Nordeste em 2013 com o Campinense. Entre os reforços, destaque para a chegada do goleiro Milton Raphael, campeão da Série C com o Macaé, os laterais Raí e Gil Mineiro, além do atacante Robert, de 33 anos.

Agora no Sampaio, Canindé busca seu segundo título do Nordestão
Coruripe e Socorrense completam o grupo. O time de sergipe, comandado por Jaelson Marcelino, chega ao torneio apostando na dupla de ataque formada por Thiago Furlan, que em 2014 defendeu o Vila Nova e o Águia, além de Casagrande, ex-Sampaio e terminou a temporada defendendo o Jacuipense, marcando cinco gols na Série D.

No Socorrense, o técnico Edmilson Santos, terá trabalho para realizar uma boa campanha no torneio. Com um elenco limitado, o lateral Jorginho, de 34 anos e há quatro temporadas na equipe, é a referência do elenco e responsável por levar perigo nas bolas paradas.

Moto quer surpreender em sua estreia
Júlio César: segurança no gol
Se o Sampaio chega como um dos favoritos para avançar no grupo B, o Moto corre por fora na briga pela classificação. Em uma chave que conta com Náutico, Salgueiro e Piauí, o Rubro-Negro maranhense esperar brigar pela segunda vaga com o Carcará do sertão pernambucano.

O Náutico, comandado por Moacir Junior, é o grande favorito da chave. Único representante da Série B no grupo, o Alvirrubro aposta na liderança e nas boas defesas do goleiro Júlio César para garantir a classificação. Além disso, o clube buscou peças no mercado, com destaque para a chegada do volante Filipe Souto, de 23 anos, do meia Patrick Vieira, de 23 anos, do atacante Stefano Yuri, de 20 anos, todos emprestados, respectivamente, por Atlético-MG, Palmeiras e Santos.

O Salgueiro, que agora conta com o comando de Sérgio China, tentará manter a tradição de conseguir boas campanhas nas últimas temporadas. Representante da Série C, Carcará do Sertão aposta nas boas atuações de Vitor Caicó e Moreilândia, no meio-campo, para conseguir uma boa campanha. Além disso, entre os reforços, destaque para a chegada do atacante Anderson Lessa, de 25 anos, com passagens pelo Náutico e Cruzeiro.

Eugênio Souza tentará surpreender com o Moto no Nordestão
Após a reafirmação no cenário Estadual, o Moto entra no seu primeiro Nordestão mirando uma boa campanha e tentando surpreender. Sob o comando de Eugênio Souza, que deixou o Tombense após a conquista do título da Série D de 2014, o Papão quer voltar a construir uma reputação no Nordeste. Para isso, aposta na habilidade do jovem atacante Henrique, de 21 anos, e conta com a chegada do volante Felipe Dias, de 21 anos, além do atacante Pedro Gusmão, de 22 anos, que estava no Atlético-PR.

O azarão do grupo deverá ser mesmo o Piauí. Comandado pelo técnico Marcão, o Enxuga-Rato terá que superar a desconfiança para fazer uma boa participação no torneio. O goleiro David, ex-Sampaio e com passagens pelo Imperatriz e Bacabal, é uma das referências do elenco. Entre os reforços, destaque para a chegada do zagueiro Matheus Diovany, formado na base do Coritiba e com passagens pelo futebol holandês, onde defendeu o Venlo, e na MLS, defendendo o Dayton Dutch Lions.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Surpresas na abertura do Campeonato Maranhense

Moto empatou na estreia (De Jesus/O Estado)
São José líder e artilheiro do interior. Assim termina a surpreendente rodada de abertura do Campeonato Maranhense, que registrou 10 gols marcados em quatro jogos realizados neste domingo.

O empate entre Sampaio e Santa Quitéria não chega a ser considerado surpreendente, já que o Tricolor entrou em campo com um time misto. Apesar disso, vale destacar a pressão do Sampaio durante todo o jogo, com a equipe falhando sempre no momento do último toque, o que foi fundamental para o jogo terminar sem gols.

Na estreia do Dário Santos, o São José-MA marcou o primeiro gol do Campeonato Maranhense, com Fábio Ricardo abrindo o placar aos 36 do primeiro tempo. Na etapa final, Shailison completou o marcador para o Peixe Pedra, que estreou com vitória diante do Expressinho em sua nova casa.

Em Balsas, os gols saíram somente no segundo tempo. Anderson abriu o placar para o Balsas, Rubens e Regis chegaram a virar o jogo para o Imperatriz, mas Igor garantiu o empate e um ponto conquistado para os donos da casa.

No último jogo da rodada, o Moto sofreu diante do Cordino. Diego Bala abriu o placar para os visitante no primeiro tempo. Naoh e Fagner viraram para o Rubro-Negro na etapa final, mas Diego Bala garantiu o empate para a Onça no minuto final.

Com os resultados, o São José-MA é o líder isolado do Estadual. Diego Bala, do Cordino, começa o Estadual na artilharia com dois gols marcados.